Homem confessa ter envenenado achocolatado que matou criança de 2 anos

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Finalmente foi resolvido o caso da morte da criança de 2 anos que bebeu o achocolatado Itambezinho. A bebida foi de fato envenenada para matar um ladrão que tinha como hábito invadir uma residência e consumir a bebida láctea.

A notícia da morte do pequeno Rhayron foi um dos assuntos mais comentados na internet essa semana e deu origem a uma série de boatos que alertavam falsamente as pessoas para que não consumissem achocolatados Toddynho, Itambezinho e de outras marcas , pois estariam contaminados por bactérias. O que não é verdade.

Adones Negri (à esquerda) confessou ter envenenado o achocolatado que o menino de dois anos bebeu para "punir" Deuel Rezende (à direita) por furtos cometidos à sua residência ( Foto: (Izabel Barrizon/Gazeta Digital/)

De acordo o chefe de operações da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) de Mato Grosso, Darimar Carneiro Aguiar, após ivestigaçoes minuciosas a polícia prendeu Adônis José Negri, de 61 anos, que confessou ter envenenado o achocolatado Itambezinho para matar o ladrão Deuel de Rezende Soares de 27 anos que roubava periodicamente a sua residência e constumava consumir o achocalatado.

Em seu depoimento à polícia, Adônis disse que envenenou os produtos com o veneno de rato para matar os animais. Entretanto, Deuel afirmou ter encontrado os achocolatados na geladeira, o que desmonta a versão de Adônis.




Deuel, que era um ladrão conhecido na cidade por roubos e furtos, frequentemente invadia a residência de Adônis para furtar diversos produtos alimentares. Segundo a polícia, cansado desses furtos, Adônis tentou se vingar do ladrão. Entretanto, em vez de consumir o achocolatado, Deuel, que é usuário de drogas, o vendeu aos pais da criança por dez reais. Sem saber que o produto estava contaminado, Lázaro levou os produtos para casa, colocou na geladeira e disse à mãe do menino que o achocolatado estava apropriado para consumo.

Na manhã seguinte, Daniela, mãe da criança, provou um pouco do achocolatado antes de dar ao seu filho de dois anos. Como o gosto parecia bom e o produto estava na validade, deu para a criança tomar. “Poderia ter sido muito pior, pois a Daniela tem mais uma filha, que no dia estava com a avó. Mas se ela estivesse em casa, poderíamos ter dois óbitos de criança”, afirma Aguiar. 

Adônis foi autuado por homicídio qualificado com emprego de veneno, além de tentativa de homicídio já que existe um amigo da família do menino que ainda está internado em unidade hospitalar após ingerir a bebida. Deuel vai responder por furto qualificado, e o procedimento investigativo será conduzido pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), de Cuiabá.

O chefe de operações afirmou também que todos os achocolatados contaminados foram recolhidos pela polícia e, portanto, não existe o risco de outras pessoas serem envenenadas.


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Um comentário:

  1. Como uma pessoa compra alimento d origem duvidosa e da pra criança.ainda mais de um ladrão de galinha..tadinho da criança inocente..

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