Papa diz que bater em criança é válido

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O Papa Francisco ao dizer que é favorável ao uso de palmadas em crianças como método corretivo, cometeu um grande pecado nesse mundo onde o que impera é o politicamente correto e a excessiva preocupação com as crianças. Não que se preocupar com o bem estar e pleno desenvolvimento físico e mental das nossas crianças seja algo errado, pelo contrário. Mas o assunto "palmada em crianças" é bastante polêmico e está longe de ser  fechado, e por vezes, existem exageros em ambas as vertentes de pensamentos.

Recentemente, o Papa Francisco declarou em uma audiência regular no Vaticano sobre o papel do pai na família: O bom pai é aquele que perdoa mas é capaz de “corrigir com firmeza”. E lembrou uma história.

— Uma vez, ouvi um pai num encontro com casais que disse: “às vezes tenho que bater nos meus filhos, mas nunca no rosto para não humilhá-los”. Que lindo! Ele conhece o senso de dignidade. Tem que puni-los, mas o faz de modo justo e dá o assunto por encerrado — afirmou o Papa Francisco

Claro que a posição papal caiu como uma bomba e repercutiu no mundo inteiro gerando uma grande polêmica:  A ministra alemã da Família, Manuela Schwesig, se apressou logo em condenar:
"Não há nenhum tipo de tapa contra filhos digno. Temos de ser claros. Toda violência contra as crianças é totalmente inaceitável"
Ainda na Alemanha, a associação de ajuda a infância deseja que o papa se corrija o mais rápido possível:
"Este papa é particularmente humano, mas todo homem pode errar. Afirmar que é normal bater (em uma criança) se isso for feito com dignidade, é algo totalmente equivocado".


Mas será que não há um exagero nessas declarações e revoltas? Eu acredito que o maior problema não está em bater de forma moderada e corretiva, e sim no espancamento e na tortura. Quase todos nós, adultos  nos dias de hoje, em dado momento da infância levou uma "surra" do pai ou da mãe, nem que seja um tapa, mas levou. E em sua maioria, quem levou a tal 'surra" na infância é capaz de lembrar do motivo de apanhar e dizer "mereci".

Não me espantaria em saber que algumas pessoas radicalmente contra  a palmada, possam algum dia ter batido e depois se remoído de rancor.

Cuidar, educar e repreender não é uma cartilha pronta. Crianças são diferentes uma das outras, pois são humanas. Enquanto algumas são uns anjinhos de obediência, outras são uns pestinhas alucinados. E não se trata de como é dada a educação. Ambas podem crescer na mesma casa, ter a mesma educação e ainda assim, terem comportamentos distintos.

Espancar, deixar hematomas, ferir, humilhar, esses sim são coisas condenáveis e inaceitáveis e devem ser resolvidos em uma delegacia policial. Agora, uma chinelada na bunda corrige mais que castigo e não ofende dignidade alguma: Pergunte a quem já levou umas chineladas, o quanto eles odiaram suas mães e pais e se tornaram jovens revoltados,  rebeldes, sociopatas ou bandidos... Pergunte a você mesmo. Vai se surpreender com a resposta negativa.

Ir dormir de couro quente não resolve e não educa ninguém? Comigo resolvia e muito. A grande diferença entre ficar de castigo sem ir para rua e levar uma chinelada, é que a chinelada mostra o quanto nós ofendemos e irritamos nossos pais de verdade.. O pensamento de uma criança é esse, pelo menos o meu era: 

1- Se eu fizer isso minha mãe me coloca de castigo, vale a pena, castigo passa rápido.
2- Se eu fizer isso minha mãe vai ficar triste, com raiva e me dar uma chinelada, não vou fazer mais não. 

Hoje vemos crianças que quando a mãe ou o pai pegam no chinelo, já avisam logo que bater em criança é crime e ela pode chamar a policia... Tal qual o coitadinho menor de idade que sabe que não pode ser punido, puxa uma faca e rouba bolsas, carteiras e celulares e vai embora sorrindo.



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