Vídeo mostra mais torturas do padastro que obrigava enteada a comer cebola

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Novo vídeo mostra que padastro torturador que obrigava a enteada de 2 anos  a comer cebola crua falando que era maçã, costumava fazer outros tipos de torturas absurdas com a criança. O novo vídeo divulgado pela policia, mostra cenas revoltantes der Maurício impedindo a criança de dormir, obrigando-a a ficar sentada na cama, caindo de sono, o covarde chegava a dar berros assustadores para que a criança acordasse.

 As cenas são revoltantes e o fato do cara filmar ele mesmo as cenas mostram o quão doente e sádico ele é.

O empresário Maurício Moraes Scaranello, 35 anos, foi preso em flagrante em um condomínio de luxo de Araçatuba na sexta-feira (26).
Segundo a polícia, o vídeo é uma das principais provas de tortura psicológica contra a menina. “As cenas causam revolta e indignação”, comentaram policiais.

Assista ao vídeo:



O pai biológico pediu a guarda dela, mas a decisão da Justiça ainda não foi tomada.

O juiz da Infância e da Juventude de Araçatuba (SP), Adeilson Ferreira Negri, determinou o recolhimento imediato da menina para um abrigo até que as investigações do caso sejam concluídas, Acatando assim o  pedido do Ministério Público Estadual, por meio da Promotoria da Infância e Juventude, que entrou com uma ação protetiva pedindo que a guarda da criança fosse retirada da mãe.

Durante a prisão do padastro, a mãe que também estava no imóvel disse que não sabia das torturas, desconhecia os videos e as fotos.

Assista  abaixo o vídeo do  torturador de crianças obrigando a enteada a comer cebola, dizendo que é maça.




Entenda o caso:

O caso foi descoberto no dia 26, quando o empresário foi preso na casa onde mora, em um condomínio de luxo em Araçatuba (SP), após uma denúncia anônima. Segundo a denúncia, Maurício Moraes Scaranello, de 35 anos, usava cola de forte aderência para manter a menina sentada.

O laudo do Instituto Médico Legal, divulgado na quarta-feira (1º), apontou que a menina teve lesões causadas por cola de alta adesão. O documento confirma o teor da denúncia que levou à prisão do empresário. Mas, em depoimento à polícia ao ser preso, ele afirmou que a existência de cola na menina era fruto de um “acidente”.

O laudo traz informações detalhadas das partes do corpo da menina atingidas pela cola e atesta também que ela não sofreu nenhum tipo de abuso sexual. O resultado foi anexado ao inquérito, que deve ser concluído ainda esta semana.




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