Cuidado ao Zoar um Gordinho

By | 23:42 1 comment
Quem é gordinho, magricelo, nerd, ou um pouco diferente da maioria, normalmente costuma sofrer perseguições na escola, o chamado Bulliyng.
O termo Bullying vem da palavra inglesa "bully" que significa valentão.

O video abaixo mostra um guri todo cheio de marra, zoando um gordinho na escola. Adorando ter uma platéia, o pirralho incita o gordinho que é 2 vezes maior que ele, chegando a dar socos na cara do coitado. Até que o gordinho resolve dar um golpe ao melhor estilo do Zangief,  personagem da série Street Fighter.






Enquanto o valentão, se puder andar normalmente, vai passar a pensar 2 vezes em zoar os outros, o gordinho heroi pode ir pensando em se tornar lutador de wrestling.


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Um comentário:

  1. Então, né...
    No meu tempo (leia-se muiiiito tempo) já existia isso, porém, não era alardeado.

    Com 11 anos de idade, eu era feia, magrela, crente e pobre.
    Apanhei de um moleque no primeiro dia de aula (na 5ª série), porque esbarrei nele, na hora do recreio.
    Levantei, batí a mão no uniforme para limpar o pó e voltei pra aula.
    Nem comentei em casa, porque a regra era: "se apanhar na rua e vier chorando, vai apanhar em casa" (como se nós tivéssemos procurado a encrenca).

    Com relação à feiúra e a magreza, não teve jeito, né... assimilei de boa, e ria das piadas.
    Sendo pobre, não desfrutava da companhia das pessoas mais favorecidas financeiramente.
    Mas isso também não foi problema.

    Com relação à crença, o que me incomodava era que eu não podia participar de algumas atividades (dança ritmica, por exemplo)e acaba sendo excluída do grupo das meninas transadinhas.

    O segredo para conviver com as diferenças, é ignorá-las.
    É difícil, é claro.
    Humilhação não é legal pra ninguém.
    Mas, se não der muito crédito... o sacana que zoa, passa por idiota.

    Quando algum engraçadinho fazia uma piada à meu respeito, eu ria junto e ele ficava sem jeito, porque o objetivo dele caía por terra.

    O tempo passou e eu continuei feia, magrela e pobre (só não sou mais crente)... mas, nem por isso, me sentí diminuída.
    Me amo e, as pessoas que me amam, descobriram em mim, valores que estão acima da aparência e da posição financeira

    Saudades, moço.
    Te gosto mais que muito.
    Jokinhas!

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